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Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro aprova homenagem a sniper que matou sequestrador na ponte Rio-Niterói

Os deputados da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro) aprovaram na última terça-feira (10) a entrega da Medalha Tiradentes – maior honraria da casa – ao sargento do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais) Ismael Damásio dos Santos, atirador de elite que matou o sequestrado do ônibus na ponte Rio-Niterói, em agosto.

A proposta de entrega da medalha feita por Felippe Poubel (PSL) gerou discussão entre os parlamentares da Alerj. A deputada estadual Mônica Francisco (Psol), em suas redes sociais, declarou que homenagem ao atirador “naturaliza a violência”.

“Este sequestro foi um episódio trágico para o povo fluminense e não pode ser usado para palanque eleitoral de quem quer que seja! Já é absurdo comemorar o desfecho da história, que culminou com uma morte. Exaltar quem faz isso é usar as feridas de quem viveu a tragédia!”, disse a parlamentar, que se absteve durante votação.

Poubel, também pelas redes sociais, comemorou a aprovação da medalha, chamou o sargento de “herói do sequestro” e chamou à esquerda, oposição do PSL, de covarde.

“Vitória! Aprovamos hoje, na Alerj, meu Projeto de Resolução que concede a maior honraria da casa, a Medalha Tiradentes, para o Sniper da PMERJ, herói do sequestro na Ponte Rio-Niterói. Agradeço o apoio de toda a bancada do PSL e dos deputados que são comprometidos com o cidadão de bem do Estado do Rio de Janeiro. A esquerda, covarde, se absteve de votação!”, declarou Poubel.

O sargento do Bope foi o responsável pela morte do sequestrador, que fez cerca de 40 pessoas reféns em um ônibus. O sniper esteve posicionado por mais de uma hora sobre um caminhão do Corpo de Bombeiros e comemorou seu tiro após a queda do suspeito.

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